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Vereadores aprovam, por unanimidade, PL que autoriza município a realizar obras de acesso a UFFS

         Vereadores aprovaram por unanimidade, Projeto de Lei Executivo, no qual autoriza o município a realizar investimentos em área pertencente ao Estado do Rio Grande do Sul, especificamente junto ao KM 72 da RS 135, onde está localizado o trevo de acesso à Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), ou seja, a construção de acesso exclusivo e a instalação de iluminação pública naquele local.

         A intervenção em infraestrutura autorizada por esta Lei será objeto de doação ao Estado quando da conclusão das obras, e está condicionada à anuência do órgão Gestor da Rodovia para a sua realização.

         Tendo em vista a ocorrência de inúmeros acidentes na área próxima ao trevo de acesso, o município vislumbrou a necessidade de intervenção em infraestrutura no local, destacando a preocupação da integridade dos cidadãos que circundam as proximidades, principalmente estudantes, servidores e docentes, os quais somam mais de duas mil pessoas.

         Obras serão realizadas para a continuidade das aulas, as quais foram suspensas indeterminadamente sendo que eventuais obras diretamente pelo Estado levariam tempo suficiente para a efetiva perda do semestre letivo, o que prejudicaria a todos os envolvidos.

         Na oportunidade, com a presença de alunos, professores, funcionários e a direção local da UFFS, além de secretários municipais, o coordenador geral do DCE, Darlan Soares, usando na Tribuna, lembrou que o acidente com o ônibus urbano no último dia 27 de fevereiro, no qual resultou em vários feridos junto ao trevo de acesso, ainda está vivo na memória, não somente dos envolvidos, mas de toda a comunidade que pede segurança no local.

         “A EGR vem tratando a todos com total desrespeito, uma vez que nenhuma providência aconteceu em 15 dias do ocorrido, apenas promessas e nada de ações efetivas para a solução do problema. Comunidade acadêmica vem se reunindo em assembleias debatendo os problemas que nos assolam, neste caso específico as condições mínimas de segurança para retornarmos as atividades o mais breve possível”, pontuou no momento em que elencou as deliberações que são reivindicadas para retornar as aulas, a exemplo da implantação imediata de iluminação no trevo e na estrada secundária que dá acesso ao campus, e outras tantas conhecidas pela comunidade local e autoridades.

         Lucas Farina, líder do Governo, apresentou proposta do acesso a universidade, já liberada pela EGS desde a manhã de segunda, e com as obras já iniciadas, destacando que o município tem trabalhado para que as aulas possam voltar o quanto antes. “Estamos preocupados com a situação e com a comunidade escolar e usuários daquela via. Não queremos, agora, achar culpados, tanto que buscamos junto a EGR caminhos para resolver o problema. Um momento de executar demandas prioritárias e, para tanto, se buscou o Governo do Estado e construímos um projeto para solucionar, por ora, esta situação”.

         Marcos Lando destacou que uma parte daquilo que vem sendo discutido começa a se concretizar. “O foco principal é resolver o problema ora encontrado, mas ainda estamos preocupados, pois hoje aprovamos uma etapa do projeto. Governo municipal trouxe para si a responsabilidade, mas falta a iluminação e sinalização que é prioridade para a segurança daquele local”.

         Leandro Basso destacou que está se fazendo um remendo porque anteriormente não foi respeitada a avaliação técnica. “Projeto foi apresentado anteriormente e não foi acatado. Município sabia do campus naquele local há muito tempo e nada foi feito porque parece que os de casa não tem conhecimento. Não está se respeitando o Legislativo, pois as máquinas já estão trabalhando. Universidade também serve para fazer a provocação. Voto a favor, mas não entendo que o problema seja somente o trevo da UFFS”.

         Ernani Mello destacou que as obras surgem numa medida paliativa. “Entendo a preocupação e acho nobre a atitude do prefeito, mas devemos iniciar uma nova luta para que a EGR conclua o projeto apresentado em Erechim durante Audiência Pública. Não podemos encerrar a luta para implementar o trevo junto a UFFS”.

         Na oportunidade apresentou o projeto inicial da EGR que teria duas rótulas e uma elevada, num custo de 3 a 4 milhões de reais. “Este custou cerca de R$ 900 mil, para tanto, vamos iniciar o processo para concluir a obra prometida ainda em 2012, pois não é obrigação do município, mas da UFFS, Estado e União. Processo está arquivado, o dinheiro está lá e os deputados da região devem fazer a sua parte”.

         Eni Scandolara lembrou que tem defendido em muito o tema conservação do meio ambiente, a exemplo da nascente de água onde o trevo foi construído. “Muitas vezes não brigamos pelo planejamento das obras e a universidade tinha um projeto até o trevo, mas que não foi realizado. O trevo está ali e os acidentes vão continuar a acontecer. Falta responsabilizar os culpados sim, e não vi solução plausível”.

         Zé da Cruz destacou a importância do projeto. “Competência do Estado e da União, mas antes temos que resolver o problema e depois achar os culpados. Lideranças buscaram assinatura na EGR e serão solucionados todos os problemas, como a iluminação e a drenagem. Temos que achar a solução, mas é bom lembrar que cerca de 90% dos acidentes no Brasil ocorrem especificamente pela imprudência dos motoristas. Este é um problema criado pelo Estado, mas o município está fazendo a sua parte”.

         Valdemar Loch destacou a dedicação do Comitê da Crise formado depois do acidente. “Município não mediu esforços para que isto fosse realidade. Temos à frente uma demanda muito maior que é a duplicação da RS 135. Não podemos parar e os recursos utilizados não são uma despesa, mas sim investimento”.

         Luiz de Brito destacou que se tem que resolver e dar condições e segurança, como lembrou a Audiência Pública realizada em janeiro, mas que nada teria ocorrido pela EGR para uma solução efetiva. “Aquilo é uma rótula, e não um trevo. Quando a universidade se instalou naquele local devia ter pensado no impacto de vizinhança e nos agricultores lindeiros”.

         Presidente da Casa, Fernando Barp destacou o empenho do Legislativo nos trabalhos junto ao Comitê de Crise. “As aulas somente iniciarão após a conclusão das obras e da instalação de sinalização e iluminação. Esta foi uma decisão corajosa do Executivo, pois não é uma prerrogativa sua em manter o acesso à universidade”.

         Claudemir de Araújo lembrou que não é hora de achar o pai da criança, pois as obras são para ontem. “Pedágio tem mais de R$ 13 milhões em caixa, como acredito que a entrada da UFFS em definitivo será esta que inicia. Não precisamos de obras babilônicas”.

         Sergio Bento destacou a sua felicidade por estar contribuindo com a comunidade, como solicitou para que a Polícia Rodoviária Estadual possa colocar efetivo junto as obras para orientar os motoristas. 

DomEvomma
DomEvomma disse:
08/04/2018 05h52
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