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Leandro Basso solicita que município firme convênio com o Instituto de Medicina ou clínicas de Medicina Hiperbárica

       Tratamento feito pela Medicina Hiperbárica, também conhecido como a Oxigenoterapia Hiperbárica provoca aumento da quantidade de oxigênio transportado pelo sangue, na ordem de 20 vezes o volume que circula em indivíduos que estão respirando ar ao nível do mar.  

         “Nestas condições, o oxigênio proporciona uma série de efeitos de interesse terapêutico, tais como o combate a infecção bacteriana e por fungos, compensa a deficiência de oxigênio decorrentes de entupimentos de vasos sanguíneos ou destruição dos mesmos, como acontece em casos de esmagamento e amputações de braços ou pernas, normalizando a cicatrização de feridas crônicas e agudas, neutraliza substâncias tóxicas, potencializa a ação de alguns antibióticos, tornando-se mais eficientes no combate às infecções e ativa células relacionadas com a cicatrização”.

         Leandro completa ainda que, diante do relato, percebe-se que o uso da medicina hiperbárica reduziria o uso de antibióticos e procedimentos cirúrgicos complexos sem resultados. 

        “Isso tudo traria para o município uma redução nos gastos nestes procedimentos, e também reduz o tempo de internação dos pacientes pós- cirúrgicos, sendo que a medicina hiperbárica é um procedimento simples, sem efeitos colaterais relevantes, cada sessão dura em torno de 90 minutos a duas horas. A relação custo benefício é excelente, tendo em vista que ela reduz o tempo de emprego de antibióticos, propicia uma abordagem menos agressiva e mais conservadora das internações cirúrgicas, reduz o tempo de recuperação do paciente e consequentemente o seu tempo de hospitalização”, finaliza.