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Claudemir de Araújo pede ao Executivo instalação de CAPS infantojuvenil na cidade

O vereador Claudemir de Araújo (PTB) apresentou na segunda-feira (27), durante a sessão ordinária, cinco solicitações ao Poder Executivo. Entre os pedidos de providência, destaca-se a solicitação de instalação de um Centro de Atenção Psicossocial voltado ao público infantojuvenil no município.

Na justificativa, o vereador mencionou que pesquisas do Ministério da Saúde atestaram que, durante a pandemia, houve um aumento significativo de casos de ansiedade (86,5%), estresse pós traumático (45,5%) e depressão na sua forma mais grave (16%). Além disso, aumentaram também as denúncias de violência doméstica e também a procura por atendimento psicológico.

O parlamentar ressaltou que a pandemia afetou não só a saúde mental dos adultos, mas também de crianças e adolescentes. As pessoas não tiveram tempo de se preparar para enfrentar as consequências de uma doença desconhecida. Houve uma mudança na rotina, menos presencial e mais online, as aulas remotas ou mesmo a diversão. “O momento é delicado tanto para adultos quanto para crianças e adolescentes. Entendemos que a prevenção deve chegar antes do que o problema, ou seja, o agravamento de quadros depressivos”.

De acordo com profissionais da área, consultados pelo vereador, crianças e adolescentes estão mais sensíveis a desenvolverem problemas emocionais, muitas vezes, de ordem grave, em momentos como os que estamos passando. Quando não tratados, os transtornos que surgem na infância e na adolescência podem representar prejuízos na idade adulta. Assim, a atenção dos pais e responsáveis com a saúde mental de seus filhos deve ser redobrada para evitar o aumento dos riscos à saúde psicológica, um dos reflexos da pandemia.

Araújo enfatizou que o Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi) é indicado pelo Ministério da Saúde, para municípios ou regiões com população acima de 70 mil habitantes. “É essencial que este CAPSi esteja equipado e aparelhado para atender nossas crianças e jovens com profissionais habilitados, com terapias individualizadas. O atendimento, igualmente, deve ser multidisciplinar a fim de atender de fato as necessidades deste público. Entendemos que a Prefeitura Municipal, por intermédio da Secretaria Municipal da Saúde, pode solicitar a efetivação de convênio com o Governo Federal, viabilizando a implantação de uma unidade voltada exclusivamente ao atendimento de crianças e adolescentes, com transtornos mentais graves e persistentes, inclusive pelo uso de substâncias psicoativas”, finalizou Araújo.

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